Durante 2009 eu li bastante coisa, bastante coisa técnica:f azendo especializacao e relembrando coisas do jornalismo dá nisso. Entao nem citei isso aquim chato e muito direcionado. Mas, agora tirei férias e estou lendo com mais gás. E o papo anterior sobre Herta Muller é para dizer quem, além de Hesse, leio um outro autor que recebeu o Nobel. Também sobre viagens e sobre uma cultura distinta. O meu 11º, "Entre os Fiéis" de V. S. Naipaul. No começo do século 21 o islamismo virou foco de antenção ao mundo ocidental, por causa dos inúmeros conflitos mundiais que em que eles estão envolvidos e por causa de um estranho resgate moral - enquanto nos amoralizamos. Alegar se estão certos ou não, essa não é a intenção do ganhador do Nobel de Literatura de 2001 (ano bem conveniente). Naipaul, anglo-caribenho, fez duas viagens aos seguintes países Irã, Paquistão, Malásia e a Indonésia. O Entre os Fieis corresponde a parte realizada entre 1979 e 1980. E com um segundo livro sobre o que Naipaul vislumbrou no ano de 1995.
terça-feira, dezembro 08, 2009
Um ano sobre viagens
Durante 2009 eu li bastante coisa, bastante coisa técnica:f azendo especializacao e relembrando coisas do jornalismo dá nisso. Entao nem citei isso aquim chato e muito direcionado. Mas, agora tirei férias e estou lendo com mais gás. E o papo anterior sobre Herta Muller é para dizer quem, além de Hesse, leio um outro autor que recebeu o Nobel. Também sobre viagens e sobre uma cultura distinta. O meu 11º, "Entre os Fiéis" de V. S. Naipaul. No começo do século 21 o islamismo virou foco de antenção ao mundo ocidental, por causa dos inúmeros conflitos mundiais que em que eles estão envolvidos e por causa de um estranho resgate moral - enquanto nos amoralizamos. Alegar se estão certos ou não, essa não é a intenção do ganhador do Nobel de Literatura de 2001 (ano bem conveniente). Naipaul, anglo-caribenho, fez duas viagens aos seguintes países Irã, Paquistão, Malásia e a Indonésia. O Entre os Fieis corresponde a parte realizada entre 1979 e 1980. E com um segundo livro sobre o que Naipaul vislumbrou no ano de 1995.
tem vezes que também estou assim...
...contando com as meias do Anthony e talvez seu short de pijama. Coloco o meu jeans para sair na rua, quando não é o bar da esquina, mas sempre com minha blusa barata, comprada na Taco ou na Renner. E ainda, minha cara nervosa por morar em Curitiba e dividir casa com um gay bipolar. Já acho as mulheres malucas, mas encontrei uma pessoa que sobrepõe os meus sentimentos. Os meus óculos massivos estão aposentados no momento, porque encolheram e apertam a minha cabeça..ou foi minha cabeça que cresceu? quarta-feira, novembro 18, 2009
Desassossego

Ele desapareceu, assim. Eu pensei que talvez ele nunca tivesse existido. As coisas haviam retornado ao que eram antes. Solitárias. Era tudo sonho e as coisas não estavam mais tão bagunçadas por aquela presença. Não era sonho, era alucinação. Porque só desse jeito mesmo para a realidade ter sido daquela forma na minha cabeça. Com a presença dele. Não teria que fazer nenhuma escolha, acumular horas na terapia. Ele desapareceu. Eu fiquei triste, porque me fizera tão feliz em instantes. E, por isso, fazia tanto sentido dele não ter existido mesmo. Fazia sentido eu entrar no ônibus mesmo. Fugir de tudo. Mas, as memórias sempre foram reais. Ele desapareceu. Foi sugado pelas notícias de ontem. E, simples, me deixou com o meu não-amor. Eu estou com as conveniências. Esta não é viagem de lua de mel, é transporte quase pau de arara, para fugir do sertão. Qualquer hora senta um atrevido ao meu lado, propondo casamento só por conveniência. Isso acontece quando as pessoas fogem. Querem qualquer um para matar a solidão. Sempre me dá vontade de gritar no escuro. Mas, dou um jeito de olhar para as estrelas. O bom de ele existir é que dava para encostar no ônibus. Com outros tem que ficar é cabreira. Já peguei avião e nele também é a mesma história, não é coisa de gente granfina mais. Mas, na estrada a gente ganha mais estrelas. Melhor do que formiguinhas, casinhas e a natureza toda mudada. A gente vê de tudo na estrada. Revê os pensamentos, pensa na vida. Pensa na tristeza da não-vida. Pois é ele quem morreu e não tinha como aparecer mais.
10° Livro: Sidarta
sexta-feira, novembro 06, 2009
Distrito 9 (9 District)

terça-feira, outubro 27, 2009
Eu canto, portanto sou esquisito

domingo, outubro 11, 2009
9 (nôno) livro - As Filhas do Segundo Sexo
Decidi ler "As Filhas do Segundo Sexo" exclusivamente por causa do escritor, Paulo Francis. Como em Cinema, às vezes, me vejo em obrigação de conhecer as figuras tão aclamadas pelo conhecimento crítico. Nao sei muito sobre a figura de Paulo Francis, apesar de saber sobre o seu papel polêmico no mundo jornalístico. Sempre ouvi falar de Francis como aquele que dizia muito mais do que deveria. Ele é história para mim. E ele me assusta. Essa novela é baseada no livro "O Segundo Sexo" de Simone de Beauvoir. Abri "As Filhas do Segundo Sexo" com expectativas que foram muito além. Já de antemão o livro contém tons proibidos para mentes ingênuas e moralistas. São dois contos, duas mulheres, "Mimi, vai à guerra" e "Clara, clarimunda", duas personagens que transitam na elite brasileira da década de 60. Ainda não conheço Clara. Por enquanto, só Mimi, que é amante de um homem rico, cheio de negócios obscuros, e casado com uma mulher que é apenas um símbolo de ostentação. A leitura transita entre os diálogos que Mimi tem com uma amiga, sua posição como amante e seu passado. Diálogos em uma narrativa misturada, sem muita linha temporal demarcada. Mimi é burra e, por isso, a insentamos de todo o mal que ela comete. No conto, podemos culpar todas as pessoas que estão ao seu redor, pela maneira com elas agem com Mimi - ou isso é mero cenário da elite. O negócio é que essa é a sua guerra, e obscura. Gostaria de saber se ela consegue sair viva ou humana, porque machucados já são muitos. E depois, conheço Clara...
8 (oitavo) livro - Barbies, Bambolês e Bolas de Bilhar de Joe Schwarcz

quarta-feira, setembro 23, 2009
La Bocca de la Verità
terça-feira, agosto 18, 2009
Frost/Nixon



